
A Constituição Brasileira garante igualdade, mas, na prática, a população trans não binária e ciborgue é negligenciada. Desde o reconhecimento do nome até o acesso à Justiça, há obstáculos constantes.
Ainda são poucos os serviços jurídicos especializados em defender os direitos dessa população. A exclusão é agravada por racismo, pobreza e capacitismo.
Uma das propostas da pesquisa é a criação do site “TRANS SERVIÇOS”, uma cartilha virtual para facilitar o acesso aos serviços especializados no DF.
Precisamos de defensores públicos, advogados e promotores comprometidos com os direitos humanos. Precisamos de um sistema de justiça que respeite nossa existência.